Sobre as distorções das imagens aéreas e o posicionamento de vias

Olá!
Essa me parece ser uma dúvida bastante trivial, mas tem me causado algumas incertezas ao implantar edifícios no OSM, visto que iniciei essa atividade há pouco tempo.

Meu objetivo é mapear os edifícios com as devidas semânticas (principalmente altura) em um trecho da cidade. Entendo a relação entre a distorção dos edifícios (a imagem de satélite) e portanto, ao mapeá-los uso como referência edifícios adjacentes e as ruas já existentes no OSM. Entretanto, notei que algumas vias não seguem nem o eixo da imagem de satélite do Bing, nem o eixo da rua pela base de dados do IBGE. Como resultado gera algumas sobreposições e interseções entre vias e calçadas, bem como, ao mapear novos edifícios, eles acabariam por consequência avançando sobre a calçada e/ou vias.

A minha pergunta se dá sob dois aspectos: É correto mapear os edifícios a partir do perímetro de sua cobertura e, posteriormente mover a partir de um de seus vértices para um ponto na base? Ainda, é saudável (no sentido comunitário) alterar as vias que não seguem o eixo (nem da imagem de satélite, nem da base do IBGE, nesse caso) para que esta não se sobreponha ao edifício em questão?
Ou tem algo que não estou observando? Se sim, as suas sugestões são bem-vindas :slight_smile:

Desde já, obrigado.
Marcelo.

Bem vindo, @Marcelo_Godinho ! Em relação ao alinhamento das vias, é bom ativar a camada de traços GPS (caso não existam trilhas gps na região, você pode fazer algumas). Com isso, você consegue saber qual a imagem de satélite que tem o melhor alinhamento ou realinhar a imagem no editor pra encaixar com as trilhas. A camada de nomes de ruas do IBGE que temos geralmente é bem precisa em relação ao alinhamento.

Sim. Sempre fazemos isso para mapear edifícios.

Obrigado pelas informações, @wille .