Should certain administrative regions of a municipality be added?

Hey guys, another question about mapping regions. In my city, Florianópolis, we have very wonky administrative divisions, those being:
Regions or Subprefectures, Districts, Neighbourhoods (bairros), sub-neighbourhoods (localidades), UTP (Territorial planning units) and UEP (Spacial planning units)
Out of them, the only mapped are districts, neighbourhoods and UEP’s (I’m trying to fix the UEP’s). Some don’t seem to be mapped, such as Regions. Should these other ones be mapped? They aren’t extremely relevant, but they do fall in the admin regions category according to the city hall.

It would probably be a bit messy to include UEPs and UTPs, as UEPs don’t follow neighbourhood borders, and UTPs dont respect anything mostly
UTP:


UEP:

Cada município tem poder para inventar subdivisões administrativas próprias e de redefinir certos termos de uso comum. Por isso, nem sempre existe uma correspondência perfeita entre as subdivisões de um município e as categorias existentes no OSM.

Uma referência nacional bastante útil é a subdivisão do IBGE: municípios (admin_level=8), distritos municipais (admin_level=9) e bairros (admin_level=10).[1] Eu priorizaria mapear essas divisões e só depois procuraria uma forma adequada de representar as demais. O IBGE também trabalha com subdistritos, embora eu não tenha visto subdistritos mapeados no Brasil ainda.

No caso de Florianópolis, os distritos mostrados pelo IBGE parecem corresponder exatamente aos que aparecem no Geoportal como “Distritos Administrativos”, então me parece razoável tratá-los como a mesma coisa. Sugiro mapear cada um deles com boundary=administrative + admin_level=9 nas relações que representam seus limites e como um ponto place=village (quando não-conurbados ao distrito-sede) ou place=suburb (quando conurbados), exceto o distrito-sede, que já está mapeado como place=city.

Já as “Regiões Administrativas” parecem estar entre o nível do município (admin_level=8) e o dos distritos (admin_level=9). Nesse caso, eu não tentaria encaixá-las artificialmente em um nível administrativo intermediário, nem deslocaria os níveis já convencionais. Simplesmente não temos um nível para elas hoje e, por isso, eu não as mapearia.

Bairros normalmente são representados por pontos place=suburb, enquanto place=neighbourhood costuma ser usado para áreas menores dentro de bairros (ou também para bairros de povoações bem pequenas, como os de place=village). Sugiro mapear cada bairro como um ponto place=suburb e uma relação boundary=administrative + admin_level=10, como é o costume em outros municípios.

As UTPs não são simplesmente uma subdivisão ou uma superdivisão de outros limites administrativos; parecem ser um sistema diferente. Como os distritos do IBGE correspondem aos “Distritos Administrativos”, e não às UTPs, eu não vejo atualmente uma representação para elas no OSM e, por isso, não as mapearia.

A lei municipal 6571 define as UEPs como “unidades estatísticas básicas do Município”, então talvez boundary=statistical seja o mais adequado, como outros colegas já apontaram nesta discussão. Mas noto que limites estatísticos desse tipo têm pouco suporte nas aplicações do OSM, e border_type=suburban, que é um dos valores sugeridos para especificar esse tipo de limite, é muito pouco utilizado e sequer está definido na documentação de border_type=*, apenas é mencionado.

As localidades não estão indicadas como limites administrativos no Geoportal. Então, acho que nenhum tipo de boundary=administrative se aplica a elas a princípio. Algumas talvez sejam place=neighbourhood se forem áreas dentro de bairros, outras talvez sejam place=hamlet se forem povoações pequenas não-conurbadas, e pode haver outros tipos de localidades nesse conjunto. O ideal é decidir caso a caso, avaliando o contexto de cada uma.


  1. Veja também a equivalência internacional. ↩︎

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Acho que o mapeamento tanto das “Regiões Administrativas”, como por exemplo, a Região Norte da Ilha, quanto dos “Distritos Administrativos”, como por exemplo, o distrito de Canasvieiras, ambos com admin_level=9, não está coerente com a ideia de que admin_level representa uma hierarquia de subdivisões e que, por isso, cada nível representa uma subdivisão do anterior. Nesse caso, o mesmo nível (9) está sendo usado para dois níveis diferentes.

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@loganlidno Você discordaria de mapear as UEPs como boundary=statistical? A alteração é relativamente simples no JOSM, posso fazer.

Vi que foi retirado o admin_level=9 dessas regiões, mas deixar só boundary=adminsitrative gera alertas em validadores de qualidade como o do Nominatim. Você seria contra a remoção dessas regiões?

Eu tentei montar uma proposta sobre isso, mas até desisti.

Se fizer uma pesquisa nas principais cidades do país, pelo menos nas 50 maiores, normalmente a estrutura de organização territorial é composta por bairros, e os bairros se agrupam em regiões administrativas, cujos nomes variam. Essas regiões se agrupam em macrorregiões. Ou seja, existe o costume de dividir os municípios, principalmente aqueles com grandes áreas urbanas, em três níveis.

Salvo algumas exceções, como Salvador, que é dividida em prefeituras-bairro e bairros, mas só tem um distrito. É dividida em subdistritos, mas ninguém usa esses subdistritos. São Paulo é dividida em distritos, que são agrupados por subprefeituras; nem bairros existem lá. Florianópolis, Rio de Janeiro, Fortaleza e Vitória têm três níveis, com uma grande região, uma região menor e os bairros.

Então, não vejo por que essas unidades não possam ser divisões administrativas, mas caberia à comunidade se debruçar sobre as opções e construir uma proposta que atendesse e normatizasse o máximo possível.

Uma proposta da comunidade do mapeamento livre poderia, inclusive, ajudar o governo a finalmente normatizar as subdivisões intramunicipais.

Não que a gente precise analisar todos, mas o país tem 5.569 municípios, é bastante trabalho. Cada um desses municípios é livre para mudar sua estrutura a qualquer hora - não só pode criar e extinguir distritos e subdistritos, mas pode inventar outros níveis, como é o caso de Florianópolis nesse tópico.

Em parte é por isso que eu acho interessante o peso do IBGE nessa questão: eles (que conhecem bem o país) decidiram focar em 3 níveis de subdivisão municipal (distrito, subdistrito e bairro), tentam fazer uma equivalência quando o muncípio renomeou alguma dessas, e tratam outros níveis como raros e os ignoram nos seus cadastros.

Isso se relaciona um pouco com um dos dilemas conceituais que temos no mapeamento das regiões metropolitanas: algumas são efetivas (têm gestão, têm colaboração, têm mecanismos que transformam o nível da RM em uma espécie de autoridade para certos assuntos), outras são algo mais próximo de meramente nominais (existem em lei, fazem pouca diferença na prática).

No nível dos bairros também. Por exemplo, aqui em Porto Alegre, até uns 15 anos atrás, havia várias associações de moradores (geralmente uma por bairro) com lideranças locais e até eleições. Hoje, isso se esvaziou bastante - os bairros ainda são unidades administrativas (com fins de planejamento e prestação de serviços públicos), mas com pouco poder político. Em outras cidades, é quase o contrário: muitos bairros foram definidos em lei recentemente (com o mesmo objetivo - de organizar melhor a prestação de serviços e o planejamento) mas nem por isso passaram a ter poder político/representativo.

Não é que ele decidiram focar, legalmente o Brasil a subdivisão inframunicipal é distrito e subdistrito. Nem bairro existe em todos os município, exemplo é São Paulo que é o maior município do país e não tem bairro legalizado.

E se você observar até cidades que tem distrito nem eu fazer orçamento pensando nesse distritos sobre distritos, porém quando faz orçamento se fala dos bairros dos municípios mesmo ali ele não tem bairro legalizado oficialmente.

Eu acho que limite administrativo tem que ser aquilo que tem no mínimo orçamento pensado para aquele território específico.

Mas para mim o ponto central é que se o OSM quer mapear para as pessoas conhecer entenderam que existe no mundo Claro que tem que mapear as divisão administrativas dos municípios exemplo: o usuário de Salvador encontrar os limites da prefeitura-bairro, um usuário de São Paulo encontrar os limite da subprefeitura ou usuário de Florianópolis encontrar o limite da uep ou de Fortaleza da secretaria regional

Lembrando que Florianópolis tem bairros (já mapeados como admin_level=10) e que mapear as UEPs como boundary=statistical ainda permite encontrar o limite delas. Não estou propondo remover as UEPs do mapa.

Você não disse não. Quero chamar atenção que abaixo dos municípios, administrativamente falando existe de fatos um mundo além de distritos.

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