O que vocês acham de propor o imediato abandono do uso de village para cidades (sede de municípios) passando a ser no mínimo town pois parece ser mais bem aceita? Sugiro abrir votação para isso, @João_Gabriel_13 .
Proponho que façamos multiplas votações. Se for negada, ajusta-se e vota-se novamente, quantas vezes for preciso. Por exemplo, se não concorda com a definição exata, vota que não concorda e pode argumentar também, inclusive abrir votação com a proposta que tens. Mesmo as aprovadas, se no decorrer da discussão tiver proposta de mudança, vota-se também para o ajuste. Acho que só assim para esse assunto avançar.
Neste sentido, quem estiver votando tem que atentar para diferenças sutis no texto que impactam no resultado final. Por exemplo propor " imediato abandono do uso de village para cidades (sede de municípios) passando a ser no mínimo town" é diferente de propor “town deve ser usada apenas para apenas as cidades que não tem 100 mil habitantes ainda”
O que a gente tem no momento é o legado deixado por decisões de alguns mapeadores na época. Até a versão internacional da definição mudou ao longo dos anos, inclusive a faixa de população que existia, caiu da definição de place=* da versão em inglês, enquanto que a versão em portugues não acompanhou esta mudança. As vezes eu me pergunto… Eu realmente defendo a classificação por faixa de população ou apenas tenho repetido o que o legado deixou, sem pensar a fundo?
Há uma certa expectativa internacional que define os valores de city e town baseados na faixa de população, e alguns argumentam que utilizar city apenas para cidades com mais de x habitantes, é uma forma de dar destaque para uma cidade em detrimento de outras ao redor. Porém, vejo que a tag population=* deveria ser usada em conjunto para, por exemplo, a renderização saber qual nome renderizar antes. Vale comentar aqui que Portugal abandonou a faixa populacional para definição de place.
Ao longo dos anos diversos usuários tem mudado o valor de place=* de acordo com o que lhes parece mais correto. E essa mudança geralmente é no sentido do que o IBGE define hierarquicamente, independente da população. Muitas delas eu ajustei de volta para o que o legado deixou (que é a norma vigente - não necessariamente concordo com ela).
Tentando voltar para minha forma de pensar o assunto originalmente, para mim o que faz sentido é hierarquia. Portanto não me parece coerente que haja casos onde uma vila (sede de distrito) seja classificada como city, enquanto que a sede do municipio seja town porque tem população menor. Como argumentado pelo @ftrebien, toda cidade tem infraestrutura mínima governamental, a qual lhe garante maior importância do que vilas ou povoados nas cercanias, mesmo que tenham população bem menor que elas. Vale lembrar também que toda cidade, mesmo que tenha pouca população no seu núcleo urbano, atrai a população do seu município pois costuma concentrar serviços prestados. Uma vila perante ao seu distrito também, só que em menor nível.
Repito aqui mensagem que postei no grupo Telegram OSM RS:
A diferenciação City x Town vem de padrões inglêses e por lá essa classificação é arbitrária, dada pela monarquia. Curiosamente por lá tem um “City” oficial de 1,800 habitantes. Node: St Davids (3712052604) | OpenStreetMap
Logo, percebe-se que nem lá, onde se originou o conceito, ela é atada à faixa populacional.
Diante do que argumentei, estou inclinado a concordar com o que foi proposto pelo @ftrebien, desde que não resulte em anomalias hierárquicas no nominatim e em aplicações. Para isso, precisariamos selecionar um estado (ou uma área) que tenha população diversa (desde menos de 1 mil até milhões) para o pessoal ter uma maior clareza de como ficaria. Então vota-se para ver se o pessoal concorda. Se não tiver maioria, se ajusta para a versão anterior. @ftrebien, o que achas?