[Proposta] Ajustes dos conceitos de place=*

Salve comunidade.

Conforme discussão no grupo do Telegram, que o pessoal achou melhor criar um tópico para votar alterações. Então tomei a iniciativa de puxar o tópico. Vamos lá.

No Brasil, é convencionado classificar os locais de acordo com a sua população, de forma a manter um padrão mais condizente com o resto da comunidade OSM.

Formato Atual

Etiqueta População Descrição
place=city > 100.000 O maior estabelecimento humano no território, incluindo capitais.
place=town 10.000 - 100.000 Cidade de importância local, com uma boa gama de estabelecimentos como escola, hospital, etc.
place=village < 10.000 Um local menor, geralmente com ausência de alguns estabelecimentos.
place=hamlet < 100-200 Geralmente comunidades rurais.

Esse formato gera algumas inconformidades principalmente com relação ao modelo federativo do Brasil.

No Nominatim, a tradução de Town é cidade menor e de Village é Povoado. COm isso os municípios cuja sede tem menos de 10.000 habitantes aparecem como povoados ao ser pesquisado.

Outro ponto é que sedes de distritos, aparecem como cidades:

Sendo assim, como primeira proposta gostaria de apresentar:

Todas as sedes de município, que por lei são cidades, sejam City ou Town. Sendo os municípios acima de 100.000 habitantes classificados como City e os demais classificados como Town.

Já fazem mais de 10 anos que eu acho que o melhor para o Brasil seria não mapear essas categorias de lugares com base na população desses lugares e sim fazer uma correspondência semântica entre as definições do OSM e as usadas no Brasil. Em particular, o Glossário dos termos genéricos dos nomes geográficos utilizados no mapeamento sistemático do Brasil do IBGE define o seguinte:

  • Cidade: “Localidade com o mesmo nome do município a que pertence (sede municipal) e onde está sediada a respectiva prefeitura”
  • Vila: “Localidade com o mesmo nome do distrito a que pertence (sede distrital) e onde está sediada a autoridade distrital, excluídos os distritos das sedes municipais”
  • Aglomerado rural: “Localidade situada em área não definida legalmente como urbana e caracterizada por um conjunto de edificações permanentes e adjacentes, formando área continuamente construída, com arruamentos reconhecíveis ou dispostos ao longo de uma via de comunicação. Os aglomerados rurais classificam-se em: aglomerados rurais de extensão urbana e aglomerados rurais isolados.”
  • Aglomerado rural isolado: “Localidade que tem as características de aglomerado rural e está localizada a uma distância igual ou superior a 1 km da área urbana de uma cidade ou vila ou de um aglomerado rural já definido como de extensão urbana. Os aglomerados rurais isolados classificam-se em: povoados, núcleos e lugarejos.”
  • Povoado: “Localidade que tem as características definidoras de aglomerado rural isolado e possui, pelo menos, um estabelecimento comercial de bens de consumo frequente e dois dos seguintes serviços ou equipamentos: um estabelecimento de ensino fundamental do 1º ao 9º ano em funcionamento regular; um posto de saúde, com atendimento regular; e um templo religioso de qualquer credo para atender aos moradores de aglomerados e/ou áreas rurais próximas. Corresponde a um aglomerado sem caráter privado ou empresarial, ou que não está vinculado a um único proprietário do solo, e cujos moradores exercem atividades econômicas primárias, terciárias, ou secundárias, na própria localidade ou fora dela.”
  • Núcleo: “Localidade que tem as características definidoras de aglomerado rural isolado e possui caráter privado ou empresarial, estando vinculado a um único proprietário do solo (empresas agrícolas, indústrias, usinas etc.).”
  • Lugarejo: “Localidade sem caráter privado ou empresarial, que possui as características definidoras de aglomerado rural isolado e não dispõe, no todo ou em parte, dos serviços ou equipamentos enunciados para o povoado.”

E no OSM, temos:

  • City: “Maiores povoações dentro de um território, incluindo capitais nacionais, estaduais e provinciais, e outras grandes aglomerações urbanas.”
  • Town: “Importante centro urbano que é maior que village e menor que city. Normalmente possuem uma boa variedade de lojas e serviços que são utilizados por pessoas das povoações vizinhas.”
  • Village: “Uma pequena povoação distinta, menor que town, com poucas comodidades disponíveis, e as pessoas precisam se deslocar para cidades próximas para ter acesso a elas.”
  • Hamlet: “Comunidade rural de menor porte, geralmente com menos de 100 a 200 habitantes e pouca infraestrutura.”

Então, eu vejo uma correspondência semântica entre essas definições, que vai além do tamanho da população e envolve sobretudo função administrativa, disponibilidade de serviços e papel territorial.

Usando os termos do IBGE, a distinção de status que separa city de town em inglês (em particular na Inglaterra onde surgiram esses conceitos) parece corresponder à distinção entre sede municipal (cidade) e sede distrital (vila). A Wikipédia anglófona parece ter essa mesma percepção.

Da mesma forma, a definição de povoado corresponde bem à de village, enquanto os demais tipos de aglomerado rural isolado (lugarejo e núcleo) se aproximam de hamlet (ou, se muito pequenos, a isolated_dwelling).

Assim, no contexto brasileiro, parece plenamente possível abandonar limiares populacionais rígidos para classificar place=* e deixar para a aplicação usar population=* conforme as suas preferências ou necessidades. Creio que isso produziria um mapa mais estável e semanticamente mais rico, além de simplificar o trabalho de mapeamento, especialmente por permitir que nos apoiemos na fonte oficial do IBGE (bastaria associar com o campo CT_LOCALIDADE cujos possíveis valores incluem “Cidade”, “Vila”, “Povoado”, “Lugarejo”, “Núcleo Rural”, “Núcleo Urbano”, “Localidade Quilombola”, “Localidade Indígena”, “Outras Localidades”, etc.).

Importante notar que, fazendo assim, teríamos algumas inversões populacionais: algumas sedes municipais / cidades (city) são menos populosas e menores do que as maiores sedes distritais / vilas (town). Isso me parece aceitável e ocorre em outros países. Na Inglaterra, por exemplo, Ely tem 20 mil habitantes e é mapeada como place=city porque tem status legal de city (que a Wikipédia lusófona chama de “cidade catedral”), enquanto que Basingstoke tem 107 mil habitantes e é mapeada como place=town porque tem status legal de town (que não aparece na Wikipédia lusófona mas aparece na anglófona).

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Entendo que o objetivo da etiqueta place no OSM usada em nós representativos de assentamentos humanos é indicar a relevância relativa da localidade. Sendo assim, a atual convenção adotada no Brasil, baseada apenas na população, que segue a recomendação original do OSM de ser independente da hierarquia administrativa, é uma boa classificação porque é uma forma simples, prática e objetiva de se estimar a relevância.

Entretanto, por considerar apenas a população, essa classificação gera situações que destoam do senso comum de muitos mapeadores em relação às localidades com menor população mas com maior status devido à hierarquia administrativa – caso de algumas sedes de municípios e distritos – ou, mesmo não sendo sede administrativa, devido à sua melhor infraestrutura. Esse mesmo sentimento, creio, levou o OSM também a rever a recomendação original na wiki em inglês, não citando mais a população, mas comparações não explicitamente numéricas tipo “o maior assentamento urbano no território” para city”, “um importante centro urbano, com tamanho entre entre village e city” para town, etc.

Então, para reduzir o descompasso entre a classificação baseada apenas na população e o sentimento de estranheza comum a muitos mapeadores que acabam elevando a classificação de muitas sedes, de distritos ou municípios, mesm com pequenas populações, proponho rever nesse momento apenas o uso dos valores city > town > village nas sedes de municípios e distritos, de modo a limitar o menor valor com base na hierarquia administrativa:

Para sedes de município, usar apenas os valores city ou town na etiqueta place:

  • city para sedes com população >= 100.000;
  • town para as sedes com população < 100.000;

Para sedes de distritos, usar apenas os valores city, town ou village na etiqueta place:

  • city para sedes com população >= 100.000;
  • town para as sedes com população >= 10.000 e < 100.000;
  • village para as sedes com população < 10.000;

Para as demais localidades, não sedes, creio que podemos manter por ora a regra atual, baseada apenas na população, até uma próxima revisão caso a comunidade considere necessária.

Não se esqueçam de:

Há lugares muito pequenos que também têm nome e servem para identificar rotas ou elementos próximos

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O que vocês acham de propor o imediato abandono do uso de village para cidades (sede de municípios) passando a ser no mínimo town pois parece ser mais bem aceita? Sugiro abrir votação para isso, @João_Gabriel_13 .

Proponho que façamos multiplas votações. Se for negada, ajusta-se e vota-se novamente, quantas vezes for preciso. Por exemplo, se não concorda com a definição exata, vota que não concorda e pode argumentar também, inclusive abrir votação com a proposta que tens. Mesmo as aprovadas, se no decorrer da discussão tiver proposta de mudança, vota-se também para o ajuste. Acho que só assim para esse assunto avançar.

Neste sentido, quem estiver votando tem que atentar para diferenças sutis no texto que impactam no resultado final. Por exemplo propor " imediato abandono do uso de village para cidades (sede de municípios) passando a ser no mínimo town" é diferente de propor “town deve ser usada apenas para apenas as cidades que não tem 100 mil habitantes ainda”

O que a gente tem no momento é o legado deixado por decisões de alguns mapeadores na época. Até a versão internacional da definição mudou ao longo dos anos, inclusive a faixa de população que existia, caiu da definição de place=* da versão em inglês, enquanto que a versão em portugues não acompanhou esta mudança. As vezes eu me pergunto… Eu realmente defendo a classificação por faixa de população ou apenas tenho repetido o que o legado deixou, sem pensar a fundo?

Há uma certa expectativa internacional que define os valores de city e town baseados na faixa de população, e alguns argumentam que utilizar city apenas para cidades com mais de x habitantes, é uma forma de dar destaque para uma cidade em detrimento de outras ao redor. Porém, vejo que a tag population=* deveria ser usada em conjunto para, por exemplo, a renderização saber qual nome renderizar antes. Vale comentar aqui que Portugal abandonou a faixa populacional para definição de place.

Ao longo dos anos diversos usuários tem mudado o valor de place=* de acordo com o que lhes parece mais correto. E essa mudança geralmente é no sentido do que o IBGE define hierarquicamente, independente da população. Muitas delas eu ajustei de volta para o que o legado deixou (que é a norma vigente - não necessariamente concordo com ela).

Tentando voltar para minha forma de pensar o assunto originalmente, para mim o que faz sentido é hierarquia. Portanto não me parece coerente que haja casos onde uma vila (sede de distrito) seja classificada como city, enquanto que a sede do municipio seja town porque tem população menor. Como argumentado pelo @ftrebien, toda cidade tem infraestrutura mínima governamental, a qual lhe garante maior importância do que vilas ou povoados nas cercanias, mesmo que tenham população bem menor que elas. Vale lembrar também que toda cidade, mesmo que tenha pouca população no seu núcleo urbano, atrai a população do seu município pois costuma concentrar serviços prestados. Uma vila perante ao seu distrito também, só que em menor nível.

Repito aqui mensagem que postei no grupo Telegram OSM RS:

A diferenciação City x Town vem de padrões inglêses e por lá essa classificação é arbitrária, dada pela monarquia. Curiosamente por lá tem um “City” oficial de 1,800 habitantes. Node: ‪St Davids‬ (‪3712052604‬) | OpenStreetMap

Logo, percebe-se que nem lá, onde se originou o conceito, ela é atada à faixa populacional.

Diante do que argumentei, estou inclinado a concordar com o que foi proposto pelo @ftrebien, desde que não resulte em anomalias hierárquicas no nominatim e em aplicações. Para isso, precisariamos selecionar um estado (ou uma área) que tenha população diversa (desde menos de 1 mil até milhões) para o pessoal ter uma maior clareza de como ficaria. Então vota-se para ver se o pessoal concorda. Se não tiver maioria, se ajusta para a versão anterior. @ftrebien, o que achas?

Só posso concordar. A argumentação está impecável.

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Só 3 dos 5570 municípios do país têm população inferior a 1 mil e nenhum deles tá mapeado como place=hamlet. Dois estão como place=village, e outro (o menor) como place=municipality (talvez seria interessante investigar se é um valor bem suportado por diferentes aplicações).

Acho ótimo começarmos a andar nessa direção!

Dos estados que têm um município com mais de 1 milhão de habitantes, o que tem menos municípios (menos elementos a alterar caso seja necessário reverter) é o Amazonas. Mas eu também não me oponho a fazer essa alteração primeiro no Rio Grande do Sul. Seriam cerca de 334 municípios que mudariam de village para town aqui, se for feito num changeset só é fácil reverter.

Então, abro votação:

Todas as sedes de município, que por lei são cidades, sejam City ou Town.

  • Concordo
  • Discordo
0 voters

Quero concordar que classificar a tag place por população é problemático mesmo. Já tem a tag population por uma razão.

Deixem para os renderizadores (eg. Carto) escolherem o critério. O Carto já renderiza place=city com base na população além da tag place. Cidades de grande porte (> 1M ou 500k) são renderizadas primeiro.

No OsmAnd, muitas cidades pequenas são “removidas” da busca por serem classificadas como hamlet.

Faria o seguinte: emparelhe hierarquicamente as tags do OSM com a classificação do IBGE.

city = cidade (aglomeração urbana, sede de município)

town = vila (aglomeração urbana, sede de distrito)[1]

village = povoado (aglomeração rural com comércio, escola etc.)[2]

hamlet = lugarejo (aglomeração rural simples)

farm = núcleo (aglomeração rural vinculada à atividade rural privada, exemplo: colônia de fazenda)

isolated_dwelling = região rural com nome vinculado a uma propriedade (fazenda ou sítio sem núcleo, mas dá o nome ao entorno)

localitly = local, região rural com nome não vinculado a uma aglomeração ou propriedade (não quer dizer que é inabitável! - No estado de São Paulo, costumam ser chamados de bairros rurais)

As únicas localidades que ficaram de fora são: assentamentos/agrovilas, aldeia indígenas e AUIs/áreas urbanas isoladas (núcleos urbanos que não são sedes de município nem de distrito, mas reconhecidas por lei municipal e catalogadas pelo IBGE).

Notas:

  1. Na Wikipedia/Wikidata, town é vila, uma aglomeração urbana menor que city/cidade. town - Wikidata . Antes da República, cidades pequenas eram classificadas como vila e podiam ser sedes de município. Aí veio a República e equiparou todas as sedes como “cidade”, mas é o oficial.
  2. na Wikipedia/Wikidata, village é uma aglomeração rural equiparada a aldeia e povoado e ( village - Wikidata ), portanto não pode ser vila (que é urbano). Isso é um falso cognato entre village (vilarejo em inglês) e vila.

Não se prendam a tradução do termo, eu focaria na hierarquia/níveis.

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Eu traduziria como “localidade” mesmo, pra acompanhar o jargão nos dados do IBGE (“outras localidades”). E com isso, para esses lugares:

Eu me basearia na fonte oficial:

Daí só precisamos discutir como seriam mapeados esses lugares pequenos de que ainda não falamos: núcleo urbano (talvez place=neighbourhood) , localidade indígena e localidade quilombola (talvez place=hamlet se isolados, ou place=neighbourhood se contíguos a uma área urbana).

A hierarquia de lugares (place=*) definida no wiki (em mais de um artigo) é essa:

  • city
    • borough/suburb
      • quarter
        • neighbourhood
  • town
    • suburb
      • quarter
        • neighbourhood
  • village
    • neighbourhood
  • hamlet
  • isolated_dwelling
  • locality

Espera-se que hamlet e isolated_dwelling sejam povoações isoladas. village é “distinta” mas não isolada: tem várias conurbadas com Berlim e com as cidades inglesas. Também é 100% ok ter town conurbada com city (tem centenas de exemplos, mas dois: Bristol/Kingswood na Inglaterra, Berlim/Panketal na Alemanha). O padrão espacial daí fica bem parecido com o nosso se city for sede de município e town for sede de distrito municipal (que às vezes é um distrito conurbado com a sede municipal).

Acho que essa lógica independe da hierarquia dos limites administrativos, ou seja, acho que não teria problema place=town + admin_level=9 dentro/debaixo de place=city + admin_level=8. Mas antes de fazer uma alteração grande no mapa, eu escolheria um município com mais de um distrito municipal pra verificar se essa combinação prejudica a geocodificação. Por exemplo, poderia ser o distrito de Itapuã em Viamão. Após mudar para place=town, este ponto de interesse deve continuar sendo localizável pelas seguintes buscas (completas ou parciais - tirando “Itapuã” ou “Viamão”, mas não ambas) e produzir uma linha de endereço correta:

  • Igreja Nossa Senhora dos Navegantes, Itapuã, Viamão, RS, Brazil
  • Rua Nossa Senhora dos Navegantes, 868, Itapuã, Viamão, RS, Brazil

(Curiosamente, há outros pontos de interesse em outros distritos, como em Águas Claras em Viamão, pros quais esse teste não funciona hoje, mas não achei nada errado no mapeamento, pode ser algum bug no Nominatim.)

É que já vi manual com o termo “local”. Localidade é melhor mesmo.

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Uma dúvida, quando encerra a votação?

Eu deixaria até dia 11/04, dando mais ou menos 8 dias úteis.

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Sobre a votação: ela está perdida nos comentários.

Peço para @João_Gabriel_13 colocar o link [Proposta] Ajustes dos conceitos de place=* - #8 by João_Gabriel_13 na 1ª postagem. Algo como “Ver votação da proposta: (link)” para ficar visível.

Outra coisa: depois que passarmos todas as sedes municipais para categoria cidade (place=city), acho interessante postar no github OSM Carto informando a decisão e a razão

Todas as cidades passa a ser city nessa votação?

Concordo, claro, propus o mesmo:

Para sedes de município, usar apenas os valores city ou town na etiqueta place:

  • city para sedes com população >= 100.000;

  • town para as sedes com população < 100.000;

Por ora a proposta não trata sobre população, entendi que depois que vai entrar nesse pormenor.

Acho importante, sempre que possivel, evitar critérios para classificação das localidades que sejam de mais difícil verificação como: se tem isso ou aquilo, etc, o que requer mais pesquisas, validações manuais, até subjetivas que podem resultar em classificações diferentes por diferentes mapeadores. Critérios mais complexos ou subjetivos dificultam/impedem a automatização do processo assim como a verificação regular e automática das classificações para controle de qualidade.

Ainda vejo a população como um critério bem objetivo e que, no final das contas, reflete em boa medida a importância da localidade e de sua estrutura de saúde, educação, comércio, etc após a hierarquia oficial (capitais, sedes de municípios, de distritos, etc).

A votação que está aqui é sobre classificar as sedes municipais somente como city ou town, abolindo o uso de village e hamlet como classificação de sedes municipais. Isso seria um passo imediato. Um passo tímido, mas já é um começo.

A discussão deu uma expandida para discutir outras possibilidades.

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